VAMOS (RE)VISITAR O TEMPO DA HISTÓRIA...

Viagem, no tempo, pela História da República Portuguesa. 100 anos de acontecimentos marcantes.
Cronologia da República Portuguesa (1910 - 2010).

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O ENIGMA DO SAPIENS IBÉRICO



Quando é que viveram os últimos neandertais da Península Ibérica? Uma teoria defende que se mantiveram até há cerca de 30.000 anos. O reduto final desta população seria a sul do rio Ebro e da cordilheira Cantábrica até Gibraltar. Estas populações teriam estado em contacto com o homem moderno, com a possibilidade teórica de as duas espécies se terem reproduzido. Mas novas medições de carbono 14 feitas em dois sítios arqueológicos onde se encontram vestígios de neandertais mostram que os nossos parentes extintos estiveram nestes locais até há cerca de 45.000 anos,extinguindo-se muito antes do que se esperava.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

OSSOS REAIS!

O esqueleto encontrado no ano passado num parque de estacionamento em Leicester, no Reino Unido, é mesmo do rei Ricardo III.

Os especialistas confirmam que os vestígios de ADN dos ossos coincidem com o ADN da família do monarca.

Ricardo III foi morto na batalha de Bosworth em 1485, aos 32 anos. A sua morte determinou o fim da chamada Guerra das Rosas, uma sangrenta guerra civil que colocou uma outra dinastia no poder, os Tudor.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

IMAGENS DE UMA EXPOSIÇÃO HISTÓRICA!



A Exposição do Mundo Português merece ser considerada uma das grandes iniciativas político-culturais do Estado Novo, em razão dos meios empregues e do significado ideológico que lhe estava subjacente. Decorreu em 1940, no contexto de uma dupla comemoração: oito séculos depois de 1140, data entendida como a da independência nacional, e três séculos passados sobre a Restauração.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O COMPRIMIDO ROMANO!


Pesquisadores dizem que comprimidos podem ter
sido usados para tratar infecções oculares.
(Foto: Superintendência da Toscana/BBC)

Um artigo publicado na revista «Proceedings of the National Academy of Sciences» dá conta da análise a seis comprimidos descobertos num antigo navio romano, afundado na costa italiana há mais de dois mil anos. Investigadores da Universidade de Pisa (Itália) analisaram os remédios usados na antiguidade e consideram que podem ter sido usados para tratar infeções oculares.
As pílulas encontradas estavam em bom estado e os seus ingredientes bem preservados, apesar de submersos ao longo destes anos todos. As amostras estavam numa caixa de metal e revelaram que continham gordura animal e vegetal, entre elas possivelmente azeite, conhecido pelo seu uso antigo em perfumes e preparados médicos; resina de pinheiro, que tem propriedades antibacterianas; amido, um ingrediente usado em cosméticos pelos romanos e compostos de zinco, os prováveis ingredientes ativos. A composição indica que os comprimidos possam ter tido um uso oftalmológico, segundo a equipa de investigação.
Literatura científica recente documenta o uso de compostos de zinco na farmacologia romana, especialmente para o tratamento de doenças oculares. A descoberta de remédios antigos é rara, especialmente em boas condições como os comprimidos encontrados no navio Relitto del Pozzino e pode ajudar a compreender melhor a farmacologia antiga.

sábado, 8 de dezembro de 2012

ALDEIAS NEOLÍTICAS EM EXPOSIÇÃO



A passagem do Paleolítico para o Neolítico deu-se aproximadamente entre 10 000 e 8 000 a.C., com o fim das glaciações. A vida nómada baseada na caça, na pesca e na recolha de alimentos foi, aos poucos, substituída por uma nova sociedade em que o homem praticava a agricultura, domesticava os animais, desenvolvia a cerâmica, a cestaria e a tecelagem, usava ferramentas especializadas de pedra polida e vivia em aldeias como aquelas que podemos ver na...



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

PRAGA DE JUSTINIANO


O Triunfo da Morte, por Pieter Bruegel, o Velho (c. 1562).

Há muito que os historiadores suspeitavam de que a “praga de Justiniano” – uma doença altamente contagiosa que, entre os anos de 541 e 750 da nossa era, matou mais de metade da população europeia e contribuiu para a queda do Império Romano do Oriente – era, na realidade, a peste bubónica.