Quando é que viveram os últimos
neandertais da Península Ibérica? Uma teoria defende que se mantiveram até há
cerca de 30.000 anos. O reduto final desta população seria a sul do rio Ebro e
da cordilheira Cantábrica até Gibraltar. Estas populações teriam estado em
contacto com o homem moderno, com a possibilidade teórica de as duas espécies
se terem reproduzido. Mas novas medições de carbono 14 feitas em dois sítios arqueológicos onde se encontram vestígios de neandertais mostram que os nossos parentes extintos estiveram nestes locais até há cerca de 45.000 anos,extinguindo-se muito antes do que se esperava.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
OSSOS REAIS!
Os especialistas confirmam que os vestígios de ADN dos ossos coincidem com o ADN da família do monarca.
Ricardo III foi morto na batalha de Bosworth em 1485, aos 32 anos. A sua morte determinou o fim da chamada Guerra das Rosas, uma sangrenta guerra civil que colocou uma outra dinastia no poder, os Tudor.
Ricardo III foi morto na batalha de Bosworth em 1485, aos 32 anos. A sua morte determinou o fim da chamada Guerra das Rosas, uma sangrenta guerra civil que colocou uma outra dinastia no poder, os Tudor.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
IMAGENS DE UMA EXPOSIÇÃO HISTÓRICA!
A Exposição do Mundo Português
merece ser considerada uma das grandes iniciativas político-culturais do Estado
Novo, em razão dos meios empregues e do significado ideológico que lhe estava
subjacente. Decorreu em 1940, no contexto de uma dupla comemoração: oito
séculos depois de 1140, data entendida como a da independência nacional, e três
séculos passados sobre a Restauração.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
O COMPRIMIDO ROMANO!
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| Pesquisadores dizem que comprimidos podem ter sido usados para tratar infecções oculares. (Foto: Superintendência da Toscana/BBC) |
Um artigo publicado na revista
«Proceedings of the National Academy of Sciences» dá conta da análise a seis
comprimidos descobertos num antigo navio romano, afundado na costa italiana há
mais de dois mil anos. Investigadores da Universidade de Pisa (Itália)
analisaram os remédios usados na antiguidade e consideram que podem ter sido
usados para tratar infeções oculares.
As pílulas encontradas estavam em
bom estado e os seus ingredientes bem preservados, apesar de submersos ao longo
destes anos todos. As amostras estavam numa caixa de metal e revelaram que
continham gordura animal e vegetal, entre elas possivelmente azeite, conhecido
pelo seu uso antigo em perfumes e preparados médicos; resina de pinheiro, que
tem propriedades antibacterianas; amido, um ingrediente usado em cosméticos
pelos romanos e compostos de zinco, os prováveis ingredientes ativos. A
composição indica que os comprimidos possam ter tido um uso oftalmológico,
segundo a equipa de investigação.
Literatura científica recente
documenta o uso de compostos de zinco na farmacologia romana, especialmente
para o tratamento de doenças oculares. A descoberta de remédios antigos é rara,
especialmente em boas condições como os comprimidos encontrados no navio
Relitto del Pozzino e pode ajudar a compreender melhor a farmacologia antiga.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
sábado, 8 de dezembro de 2012
ALDEIAS NEOLÍTICAS EM EXPOSIÇÃO
A passagem do Paleolítico para o Neolítico deu-se aproximadamente
entre 10 000 e 8 000 a.C., com o fim das glaciações. A vida nómada baseada na
caça, na pesca e na recolha de alimentos foi, aos poucos, substituída por uma
nova sociedade em que o homem praticava a agricultura, domesticava os animais,
desenvolvia a cerâmica, a cestaria e a tecelagem, usava ferramentas
especializadas de pedra polida e vivia em aldeias como aquelas que podemos ver na...
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
PRAGA DE JUSTINIANO
![]() |
| O Triunfo da Morte, por Pieter Bruegel, o Velho (c. 1562). |
Há muito que os historiadores
suspeitavam de que a “praga de Justiniano” – uma doença altamente contagiosa
que, entre os anos de 541 e 750 da nossa era, matou mais de metade da população
europeia e contribuiu para a queda do Império Romano do Oriente – era, na realidade, a peste bubónica.
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